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Tradicionalmente, o Sistema Educacional Brasileiro e os seus diversos níveis de ensino são identificados como excludentes. Reflete as desigualdades econômicas, sociais, políticas e culturais do país. Lutas históricas pela democratização do acesso e garantia da permanência marcam a trajetória educacional brasileira. Atualmente, estamos começando uma nova fase da nossa história no que se refere às políticas de financiamento.

Inicialmente, logo após o credenciamento, o Centro Universitário AGES oferecia o “Projeto de Vida” para aqueles ingressantes que não conseguiam financiamentos ou bolsas do Governo Federal, nessa época já existia o FIES – Financiamento Estudantil, porém de forma muito tímida e pouco divulgado. Com o passar dos anos, entendendo as necessidades econômicas da região, o UniAGES, ao perceber que a maioria dos estudantes não teriam condições de arcar integralmente com as mensalidades do seu curso, resolveu aderir ‘com toda força’ ao FIES, decisão que não foi seguida por outras IES brasileiras. O acesso ao ensino no superior na região logo aumentou, graças à possibilidade de inserir estudantes que antes não conseguiriam ingressar num curso de nível superior pagando com recursos próprios.

Com a ascendência do FIES, que logo se tornou o ‘carro chefe’ do UniAGES, surgia também o PROUNI – Programa Universidade para Todos, ferramenta de convencimento que se somou ao projeto maior. Depois veio o PREDU – Programa de Educação instituído pela Prefeitura Municipal de Paripiranga (BA).

No ano de 2011, surgia a grande oportunidade para os mais carentes com a proposta do FORMED – Programa de Formação de Professores. Hoje, com a limitação de verbas públicas para financiamentos de cursos superiores, o UniAGES oferece, a esses estudantes (licenciaturas e bacharelados) com baixo poder aquisitivo e que não conseguiram se enquadrar no FIES, o FIAGES, com possibilidade de prorrogação do saldo devedor, sendo paga após a formatura em até 12 anos. O FORMED agora se insere ao FIAGES, que também não exige dos ingressantes o pagamento da participação mínima mensal, durante a graduação e deu todas as condições possíveis para esse grupo. A única diferença é o retorno financeiro após formatura. Como a formação de professores é responsabilidade do governo, acreditamos que os incentivos à formação docente serão retomados com a maior brevidade possível.

Fazendo uma análise econômico-financeira-social, ressaltamos que o principal benefício para os estudantes está no PROUNI e PREDU, por serem bolsas, instrumentos que dispensam o retorno financeiro investido, já que não é financiamento. Logo em seguida vem o FIES e por último o FIAGES.